Iconomia é tema da Pesquisa FAPESP


A Iconomia, disciplina criada pelo líder do grupo de pesquisa Cidade do Conhecimento, Gilson Schwartz, é tema da Revista Pesquisa FAPESP, na reportagem da editoria de Humanidades e Cultura: “Menos transpiração e mais inspiração”.
Segundo a reportagem, a “economia criativa pode ser a nova forma de mudança no perfil da produção das cidades”. A reportagem dá destaque á iconomia e ao surgimento, na Cidade do Conhecimento, das “moedas criativas”.

Moedas Criativas no Valor Econômico


Dólar, euro, iene… palmas, bitcoins, saberes… Começam a ganhar forma e extrapolar o universo estrito dos jogos virtuais as moedas eletrônicas que premiam atitudes reais, mudanças de comportamento e projetos de transformação do mundo.

Não é novidade para quem vive a cultura gamer que os universos fantásticos são territórios imaginários onde moedas, bens, serviços e armas são negociados diariamente, dentro e fora do jogo. A “gameficação” do dinheiro, no entanto, ganha com a crise financeira internacional um novo impulso.

A Cidade do Conhecimento da USP lançou suas “moedas criativas” em 2010 com apoio do Ministério da Cultura e, em março de 2011, realizou o evento do mesmo nome com apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES), da Mozilla Foundation e da União Européia – Consórcio PRO-IDEAL.

Na véspera do lançamento da rede internacional Games for Change na América Latina, o jornal Valor Econômico publicou uma reportagem no caderno de cultura sobre o fenômeno emergente das moedas sociais, culturais e digitais, com destaque para o projeto das “moedas criativas”. Nos eventos e projetos da rede Games for Change no Brasil e na América Latina, haverá distribuição dessas moedas e os ganhadores concorrerão a prêmios como bolsas de estudo em oficinas e cursos de game design, games nas salas de aula e empreendedorismo digital.

Leia a reportagem sobre o novo mundo das moedas sociais e criativas.

Faltam recursos para cultura digital e cidades criativas


País cria 1,4 milhão de empregos com carteira assinada no primeiro semestre, 13,4% a menos que em 2010. Confira a entrevista com Gilson Schwartz , professor de economia da informação da USP, ao programa Noite Total da CBN.

Confira artigo sobre o tema, publicado no Bolteim FIPE de Julho.

Cidade do Conhecimento lança “Telosvisão” digital


Telosvisão - o Telejornal da Cidade do Conhecimento é o novo programa que o grupo de pesquisa da USP começa a transmitir nessa semana pela IPTV da Universidade.

A transmissão será ao vivo, toda quinta-feira às 18h30m. ”Pauta é o que não falta”, afirma o líder do grupo de pesquisa e professor de “Iconomia” no Departamento de Cinema, Rádio e TV da Escola de Comunicações e Artes da USP. “Após 10 anos de atuação, a Cidade do Conhecimento coordena atualmente projetos com foco local, nacional e internacional com resultados suficientes para segurar a pauta de um telejornal semanal”, completa.

Transmitido a partir da sala de aula do curso “Introdução à Iconomia”, uma disciplina que é optativa-livre oferecida a alunos da POLI, IME, FEA, ECA e FFLCH, o telejornal vai trazer a público um pouco dos bastidores de projetos como “Moedas Criativas” (patrocinado pelo BNDES), “terceir@idade” (financiado pelo CNPq), “Conflitos Globais” (FINEP, MCT), “Games for Change” (AMD Foundation), PRO-IDEAL (rede de apoio a pesquisa, desenvolvimento e inovação em tecnologias de informação e comunicação, financiada pela União Européia) e “TICs na Educação” (sobre o impacto da cultura digital nas escolas públicas brasileiras, em parceria com o CETIC e o Ibope).
O grupo de pesquisa foi criado a partir de um concurso público do Instituto de Estudos Avançados da USP em 1999. Tornou-se uma rede de projetos e incubadora virtual de empreendimentos na economia criativa a partir de 2011, com apoio do BNDES, Mozilla e várias parcerias. “Hoje temos cerca de 36 projetos em andamento, recebendo mentoria, apoio técnico, financeiro e de gestão. Há dez anos a proposta de uma cidade do conhecimento era apenas uma metáfora que aspirava a ser conceito, agora já é um conceito virando realidade por meio de projetos em redes digitais com foco na inovação e no empreendedorismo digital”, completa o professor e coordenador do grupo de pesquisa, Gilson Schwartz. Os projetos são realizados com apoio da FUSP, Arco e Núcleo de Pesquisa em Política e Gestão Tecnológica (PGT) da USP.
Serviço
Programa: Telosvisão, o telejornal da Cidade do Conhecimento
Onde: IPTV da USP (www.iptv.usp.br), AO VIVO
Quando: Toda quinta-feira, 18h30m
Mais informações: cidade@usp.br

Emerson Fittipaldi propõe Comitê para planejar o futuro do carro em São Paulo


Patrocínio: BNDES, Ministério da Cultura (Prêmio Cultura e Pensamento), PRO-IDEAL e Mozilla

A presença do campeão de Formula 1 Emerson Fittipaldi marcou o encerramento do ciclo “Mesh com Moedas Criativas”  no sábado, 26 de março, em debate que reuniu ainda o motoboy Luiz Fernando Bicchioni e especialistas do Brasil e do exterior sobre o futuro da mobilidade nas cidades ante as novas tecnologias. Também participam do debate Alistair Clark, University of the West of England, Rosana Maria César Del Picchia de Araujo Nogueira, Doutora em Educação e Ciências Sociais pela PUC/SP; professora da Faculdade Anhanguera de Osasco e da FATEC Carapicuíba e Maria Helena Morgani de Almeida, Faculdade de Medicina-USP.
As novas tecnologias de informação e comunicação teem o potencial de democratizar a oferta e compartilhar infraestrutura e objetos, como carros.  A infraestrutura compartilhada é a essência do mundo em rede. Como resultado do encontro, que em breve será publicado na íntegra em vídeo, foi o compromisso de Emerson Fittipaldi de levar à Prefeitura Municipal de São Paulo a proposta de criação de um Comitê para planejar o futuro do carro na maior metrópole da América do Sul.

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O ponto de partida do debate que reuniu o psicanalista Jorge Forbes e os professores da ECA-USP Eugênio Bucci e Gilson Schwartz na sexta-feira, 25 de março, quarto dia de atividades do ciclo “Mesh com Moedas Criativas”, foi a leitura que Lacan faz da “mais-valia”, apontando para as fronteiras da economia da atenção e da “iconomia”, ou seja, propondo uma crítica às teorias do valor da informação e situando a tecnologia digital num horizonte ainda problemático da comunicação num mundo de relações instáveis entre o real, o imaginário e o simbólico.

Partindo de alguns paradoxos da própria troca (como a impossibilidade de um equivalente-geral no plano dos desejos e da economia libidinal), apontando para uma era de transição da “televisão” para o reino da “telosvisão” (exposição de desejos, virtualização da imagem e exploração mercantil do desejo na sociedade do espetáculo da intimidade), o debate promoveu o encontro de pensadores atentos aos conflitos cada vez mais intensos entre a tecnologia, os negócios e a destruição da subjetividade na época dos wikileaks, do YouTube e das redes sociais.

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O terceiro dia de oficinas, debates e palestras do ciclo “Mesh com Moedas Criativas” trouxe para primeiro plano as questões políticas que afetam o desenvolvimento da economia da cultura no Brasil.

Políticas públicas, marco regulatório, regime de propriedade intelectual e modelos de financiamento público e privado inovadores, como a proposta de uso de moedas criativas, ganham densidade com a participação de lideranças políticas e acadêmicas.

As fronteiras do valor na economia do conhecimento foram discutidas a partir das relações entre público e privado, colocando as tecnologias de informação e comunicação (TICs) sob a ótica dos direitos humanos, da regulação da propriedade privada e da busca de horizontes para o desenvolvimento econômico e social.

A sessão contou com a participação de Cláudia Leitão, titular da Secretaria de Economia Criativa recentemente instituída no Ministério da Cultura, Nestor Bercovich, da CEPAL, Luiz Alberto Sota, da Stratam, Almir Almas, professor do Departamento de Cinema, Rádio e TV da ECA-USP, Zilda Iokoi, do Laboratório de Estudos da Intolerância da USP, Bruno Magrani, da FGV-RJ, Nicolau Reinhard, da Faculdade de Economia e Administração da USP e Gustavo Affonso Taboas de Mello, técnico do DECULT (Departamento de Cultura, Entretenimento e Turismo) do BNDES.

O referencial da política e da cidadania na apropriação social das tecnologias de informação e comunicação também orientou o debate da tarde do dia 24 de março em que participaram Diogo Dutra (Caos Focado), Vitor Blotta (Direito-USP), Sônia Paschoal (Cidade do Conhecimento), Marcia Moura (UNITAU), Martin Restrepo (Editacuja) e Cecilia Lotufo (Movimento Boa Praça): líderes de projetos e parceiros do grupo de pesquisa Cidade do Conhecimento na experimentação inovadora e emancipatória no campo da economia da cultura digital, com foco na valorização do conhecimento e dos direitos humanos na promoção de negócios em cidades criativas.

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O segundo dia de oficinas, debates e palestras do ciclo “Mesh com Moedas Criativas” trouxe para primeiro plano a emergência de redes sociais capazes de criar suas próprias moedas digitais, com a participação de Michael Gurstein, Editor do “Journal of Community Informatics” e Heloisa Primavera, pioneira ativista e pesquisadora no campo das “moedas sociais”.

Participaram do encontro Bernard Lietaer, autor do clássico “The Future of Money”, ex-diretor do Banco Central da Bélgica e parceiro da Cidade do Conhecimento na criação da moeda “Saber” e Ladislau Dowbor, professor da PUC-SP e especialista reconhecido mundialmente pelos seus trabalhos no campo da economia solidária e do desenvolvimento local. Alan Angelucci, pesquisador visitante da Cidade do Conhecimento em 2010, premiado pelo DIRSI, discute resultados de sua pesquisa sobre o uso das lan-houses em São Paulo.

Na roda de debates que aconteceu a partir das 16h30 na Casa da Cultura Japonesa da USP,  o tema foram as relações entre Mercado, Educação e Cultura. Participaram lideranças e empreendedores com experiência criativa e reconhecimento no Brasil e no exterior como Reinaldo Pamponet (It´s Noon). Os novos potenciais da educomunicação audiovisual marcaram a conversa com Alexandre Sayad, parceiro de primeira hora da Cidade do Conhecimento e um dos mais notáveis ativistas da nova geração. O caldo de cultura foi apimentado com as intervenções de pós-graduandos da USP: Júlio Lucchesi Moraes (História) e Thais Barros (Audiovisual) trouxeram à luz suas pesquisas no campo das relações entre história contemporânea, educação e cultura.

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A inovação e a tradição, o digital e o analógico, o sagrado e o profano, a globalização e a cultura afro-brasileira, esses opostos se combinam e são superados na performance que abriu no dia 22 de março o ciclo de eventos “Moedas Criativas: Fronteiras do Valor na Economia do Conhecimento”.

Em “Capoeira Digital”, Almir Almas, VJ, performer e professor do Departamento de Cinema, Rádio e TV da Escola de Comunicações e Artes da USP integra-se ao CEACA – Centro de Estudos e Aplicação da Capoeira da USP, liderado pelos Mestres Alcides e Dorival.”Valores de vida são aqueles que vivemos e praticamos no nosso dia a dia: respeito, lealdade, cooperação, verdade, solidariedade e dignidade, são princípios fundamentais na formação e promoção de valores, não só conceitualmente, mas que teem seus fundamentos baseados na ancestralidade e na  espiritualidade dos povos tradicionais”, ensina o Mestre Alcides, premiado pelo Ministério da Cultura em projetos de preservação do saber na Ação Griô Nacional.

“O alinhamento entre saber, fazer e brincar é a essência da capoeira, representa portanto o ideal de convergência que a agenda de pesquisa-ação do projeto “Moedas Criativas” traz a público”, explica Gilson Schwartz, coordenador do evento, líder do grupo de pesquisa Cidade do Conhecimento e colega de Almir Almas na ECA.

Ao longo dos cinco dias de evento, os Mestres Alcides e Dorival coordenam oficinas de capoeira, que serão abertas a todos os participantes e acontecem na sala de yoga do Centro de Práticas Esportivas da USP. A participação nessas oficinas também rende moedas criativas aos interessados.

Almir Almas oferece também uma oficina com foco na produção audiovisual digital, com ênfase nas tecnologias usadas por VJs. No sábado, 26 de março, o encerramento do ciclo contará com uma apresentação do CEACA com a participação de todos as pessoas que participaram das oficinas durante o evento.

Conheça a seguir todos os conferencistas e debatedores deste ciclo inédito que celebra na USP a convergência entre o digital e o real por meio do pensar, do fazer e do brincar.


Programação Completa

Links para os Curricula dos Conferencistas e Debatedores

Terça-feira

22/03

15h

Auditório Oswaldo Fadigas

Abertura: “Capoeira Digital”, Almir Almas e Mestres Alcides e Dorival (CEACA-USP)

Gilson Schwartz (ECA)

Guilherme Ary Plonski, Coordenador do Núcleo de Política e Gestão Tecnológica – USP

Gil da Costa Marques, Coordenador de Tecnologia da Informação, USP

Waldyr Antonio Jorge,  Coordenador da COSEAS (Coordenadoria de Assistência Social da USP)

Priscila Arantes, Diretora Técnica do Paço das Artes

Maria Dora Mourão, Vice-Diretora, Escola de Comunicações e Artes, USP

Terça-feira

22/03

15h:30min

Auditório Oswaldo Fadigas

Horizontes da Pesquisa em TICs no Brasil e na América Latina

Yolanda Ursa, Coordenadora do Projeto PRO-IDEAL, PPT

José Roberto Amazonas, POLI-USP, resumo

Alexandre Fernandes Barbosa, Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação – CETIC.br PPT

Sandra Rubia da Silva, Universidade Tuiuti do Paraná -PPGCOM- UTP/PR, Pesquisadora, DIRSI – resumo

Edison Spina, POLI – USP

Rosita Wachenchauzer, Fondo Fiduciario de Promoción de la Industria del Software (FONSOFT), Agencia Nacional de Promoción Científi ca y Tecnológica, Ministerio de Ciencia, Tecnología e Innovación Productiva

Thais Barros, Programa de Pós-Graduação em Meios e Processos Audiovisuais – PPMPA, ECA-USP

Quarta-feira

23/03

19h

Auditório Oswaldo Fadigas

Gestão de Mídias e Moedas Criativas para o Desenvolvimento Local

Michael Gurstein, Editor, Journal of Community Informatics

Heloisa Primavera, Socióloga, Bióloga e Economista, Professora da Universidade de Buenos Aires, resumo

Bernard Lietaer, European Academy of Sciences and Arts

James Stodder, Lally School of Management. & Technology. Rensselaer Polytechnic Institute

Alan César Belo Angeluci, Pesquisador, DIRSI

Ladislau Dowbor, Economista

Moderação: Sônia Paschoal, Programa de Pós-Graduação em Meios e Processos Audiovisuais – PPMPA, ECA-USP

Quinta-feira

24/03

19h

Auditório Oswaldo Fadigas

Cenários e Políticas Públicas para a Economia da Cultura e a Sociedade do Conhecimento

Cláudia Leitão, Secretária de Economia Criativa, Ministério da Cultura

Nicolau Reinhard, FEA-USP

Nestor Bercovich, CEPAL – ONU, resumo

Almir Almas, ECA-USP

Luis Alberto Sota, Stratam Latin America, Chile

Zilda Iokoi, Diretora, Laboratório de Estudos da Intolerância, USP resumo

Bruno Magrani, advogado, professor da FGV Rio, colaborador da Mozilla no Brasil.

Gustavo Affonso Taboas de Mello, BNDES, técnico do DECULT (Departamento de Cultura, Entretenimento e Turismo)

Moderação: Adriano Adoryan, Programa de Pós-Graduação em Meios e Processos Audiovisuais – PPMPA, ECAUSP

Sexta-feira

25/03

19h

Auditório Camargo Guarnieri

Mesh no Brasil: O Futuro dos Negócios e da Inovação Colaborativa

Lisa Gansky, autora do livro “Mesh: O Futuro dos Negócios é Compartilhar”

Guilherme Ary Plonski, Coordenador do Núcleo de Política e Gestão Tecnológica – USP

Julio Michael Stern, Instituto de Matemática e Estatística, USP

Luis Alberto Sota, Stratam Latin America, Chile

André Blas, NOMADesign

José Cláudio Terra, Consultor Presidente da TerraForum

André Leme Fleury, POLI-USP

Moderação: Gilson Schwartz, ECA, Cidade do Conhecimento e PGT, USP

Sábado

26/03

15h

Auditório Camargo Guarnieri

Carros X Cidades: TICs, Mobilidade e Desenvolvimento Humano

Emerson Fittipaldi

Alistair Clark, University of the West of England

Rosana Maria César Del Picchia de Araujo Nogueira, Doutora em Educação e Ciências Sociais pela PUC/SP; professora da Faculdade Anhanguera de Osasco e da FATEC Carapicuíba

Maria Helena Morgani de Almeida, Faculdade de Medicina-USP resumo

Luiz Fernando Bicchioni, Motoboy, Líder do Projeto MotoAnjos (Cidade do Conhecimento)

Intervenções de Lisa Gansky, Heloisa Primavera e Michael Gurstein

Moderadora: Tamara Vivian Katzenstein, Programa de Pós-Graduação em Meios e Processos Audiovisuais – PPMPA, ECA-USP

DEBATES

Quarta-feira

23/03

16h30min

Local: Casa de Cultura Japonesa

Economia do Conteúdo: Mercado, Educação e Cultura

Julio Lucchesi Moraes (FFLCH-USP)

Alexandre Sayad (ColégioBandeirantes)

Thais Barros (Cidade do Conhecimento)

Reinaldo Pamponet – It’s Noon

Quinta-feira

24/03

16h:30min

Local: Casa de Cultura Japonesa

Cidades Criativas: Negócios, Tecnologia e Política

Diogo Dutra (Caos Focado)

Vitor Blotta (Direito-USP)

Sônia Paschoal (Cidade do Conhecimento)

Marcia Moura (UNITAU)

Martin Restrepo (Editacuja)

Cecilia Lotufo (Movimento Boa Praça)

Sexta-feira

25/03

9h

Local: Auditório Oswaldo Fadigas

TICs e Cooperação Internacional – Oportunidades entre União Européia e América Latina (Sessão Especial Conjunta dos Consórcios FORESTA e PRO-IDEAL)

Nestor Bercovich, CEPAL – ONU

Gilson Schwartz (ECA), Moacir Martucci (POLI)

José Roberto Amazonas (POLI), Paulo Egler (B.Bice)

Angel Landabaso (UE), Yolanda Ursa (PRO-IDEAL)

Sexta-Feira

25/03

16h30min

Local: Auditório Oswaldo Fadigas

Da Mais-Valia ao Mais-Gozar: Economia da Atenção Digital

Eugenio Bucci (ECA-USP e ESPM)

Gilson Schwartz (Cidade do Conhecimento, PGT, PRO-IDEAL)

Jorge Forbes (IPLA, USP)

Mais informações: cidade@usp.br

Google Maps no País do Tiririca


Há diferentes situações em que um lugar pode ser reconhecido como “cidade do conhecimento”. Em dossiê especial sobre o tema, a revista eletrônica de jornalismo científico “ComCiência” reuniu reportagens e textos de especialistas.

Entre os destaques, Gilson Schwartz recupera em “Google Maps no País do Tiririca” alguns dos principais momentos ao longo dos dez anos de projetos de pesquisa, cultura e extensão da Cidade do Conhecimento da USP, projeto inaugurado após concurso no Instituto de Estudos Avançados da USP, em 1999.

Para Schwartz, “a experiência burocrática atribulada, e em muitos momentos dolorosa, foi recompensada fartamente pela confirmação da hipótese de que a distribuição de hardware, software e knoware (ativos intangíveis) torna viável a criação de espaços de cidadania ou esferas públicas intensivas em serviços com valor agregado por exploração do conhecimento”.

Leia mais na ComCiência.

A Nova Ordem Digital


Gilson_SchwartzEm 2007, o Brasil rompeu a barreira de 100 milhões de celulares em funcionamento, passando a ocupar a 5a posição em celulares vendidos no mundo. Esse foi um dos marcos iniciais da transformação pela qual passa a sociedade brasileira quanto ao modo de transmitir e consumir informação. Gilson Schwartz, economista, sociólogo e professor da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo  (ECA-USP) fala sobre algumas questões envolvidas na construção da nova ordem digital em depoimento ao portal “Cultura e Pensamento” do Ministério da Cultura.

GeMA: engenharia, gestão e identidade


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André Leme Fleury (*)

Nada mais intenso nos últimos dez anos que a emergência incessante de um número elevado de inovações tecnológicas, especialmente no campo do audiovisual digital. A fronteira mais recente promove avanços na visualização e imersão 3D, em sistemas móveis e locativos, sistemas de realidade expandida (já se fala na “internet das coisas”) e o que parecia velho ou morto, como fazer blogs pessoais, ganhou vida nova e provoca a nova revolução dos microblogs como o Twitter.

Além da interface, a inteligência viva que anima esses sistemas de informação e comunicação vai da gestão de aprendizagem aos fóruns e listas, viabilizam-se novas possibilidades inovadoras de produtos, serviços e valores, a ponto de trazer novos mercados para empresas e indivíduos que souberem gerenciá-los.

Sabemos que essas habilidades gerenciais são raras ainda, concentradas numa elite de riqueza e conhecimento. O programa GeMA nasceu do desafio de tornar essas tecnologias acessíveis para pessoas e instituições que padecem de condições impróprias para explorar estas possibilidades emergentes.

Projetos de emancipação digital teem por objetivo viabilizar novas possibilidades de aprendizagem e geração de renda entre as comunidades menos favorecidas, seja por renda, seja por acesso a conhecimento e zelo por suas identidades.

Concebido como uma “pesquisa-programa-ação”, o GeMA conta com apoio das Pró-Reitorias de Graduação, Cultura e Extensão e Pesquisa da USP, articulando-se ao Núcleo de Política, Gestão Tecnológica e Inovação (PGT) e coordenando ações de apoio à cooperação no campo das tecnologias de informação e comunicação entre União Européia e América Latina. Essa articulação múltipla interna e externa à USP permitirá o oferecimento de cursos de extensão e difusão cultural com dupla certificação, da própria USP e da Comissão Européia (“Project Angels”). Nosso compromisso com a alfabetização não apenas digital, mas em inovação nas formas de produzir e gerenciar sistemas audiovisuais digitais prossegue e ganha reconhecimento no país e no exterior.

Essa “pesquisa-programa-ação” abriu-se em 2008 a participantes distintos e diversos, de motoboys a estudantes universitários, publicitários, catadores de resíduos e cantores de hip-hop. O objetivo é o desenvolvimento de projetos, elaborados de acordo com a realidade e as possibilidades de cada participante, capazes de explorar as novas tecnologias audiovisuais para a geração de oportunidades pessoais e profissionais. Da combinação entre engenharia, gestão e identidades criativas surgem projetos voltados à reafirmação da nossa vocação para uma sociedade aberta, plural e mais justa.

(*) André Leme Fleury é Professor Doutor do Depto. de Engenharia de Produção, POLI-USP, participa em projetos da Cidade do Conhecimento desde 2002.

PRO-IDEAL: Globalização Sustentável


ticsNo lugar de uma “globalização de cassino”, uma globalização sustentável com base na internacionalização de linhas de financiamento de longo prazo voltadas para educação, ciência e tecnologia.

Essa é a visão apresentada pelo coordenador do consórcio PRO-IDEAL no Brasil e líder do grupo de pesquisa Cidade do Conhecimento, Gilson Schwartz. Leia a entrevista para o informativo TIC Mercado.

PRO-IDEAL no Diário Oficial


brasao_spO Diário Oficial do Estado de São Paulo publicou reportagem de capa sobre o PRO-IDEAL, programa que conta com o apoio da Secretaria de Desenvolvimento e da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP).

A reportagem dá exemplos de tendências de uso da internet em sua terceira geração ou “web 3.0″, aliando interfaces digitais a serviços públicos nas áreas de saúde, educação e cultura.

Leia também o artigo de Gilson Schwartz e Guilherme Ary Plonski publicado pela Folha de S. Paulo.

Velho Continente, Conhecimento Novo


euroO lançamento do programa PRO-IDEAL no Brasil, sob a coordenação do grupo de pesquisa Cidade do Conhecimento em parceria com o Núcleo de Política e Gestão Tecnológica (PGT) da USP, reuniu lideranças acadêmicas, empresariais e políticas em dois dias de palestras e oficinas (6 e 7 de abril).

Reproduzimos o artigo publicado pelo jornal Folha de S. Paulo (8/4/2009):

TENDÊNCIAS/DEBATES

Velho continente, conhecimento novo

GILSON SCHWARTZ e GUILHERME ARY PLONSKI


A questão essencial agora é decidir sobre os futuros modos de usar essa extraordinária infraestrutura de inteligência coletiva


A CRISE econômica global tem um didatismo extraordinário, pois a lógica mais crua do mercado vem a nu quando o normal torna-se patológico. Seja pelas imperfeições, seja pelos méritos, fica mais fácil entender o sistema.
As atenções concentram-se natural e perversamente nos aspectos negativos da crise, ou seja, em tudo aquilo que parou de funcionar. Da quebra do sistema financeiro ao colapso do comércio mundial, passando pela insuficiência das instituições públicas nacionais e internacionais e culminando na fragilidade das políticas econômico-financeiras, sejam elas monetárias, sejam fiscais. Que fazer?
O primeiro passo na longa marcha da recuperação econômica é justamente dar a devida atenção aos ativos que não foram destruídos, aos sistemas que não apenas continuam firmes e fortes como podem vir a ganhar valor, rapidamente, mesmo em meio ao cenário de caos, destruição e reputações devastadas.
Entre os escombros financeiros e contábeis, torna-se mais nítida a formidável herança de um sistema global de inovação tecnológica centrada nas tecnologias de informação e comunicação, as TICs. As redes digitais em “tempo real” ganharam vigor extraordinário servindo como suporte à especulação financeira, mas as tecnologias subjacentes sobrevivem ao colapso dos ativos fictícios que ajudaram a inflar.
A questão essencial agora é decidir sobre os futuros modos de usar essa extraordinária infraestrutura de inteligência coletiva. A infraestrutura de telecomunicações digitais ultrapassa a tangibilidade das redes técnicas. O exemplo mais notório vem da União Europeia. Enquanto governos lutam para enfrentar a crise com ferramentas e instituições do passado, a UE investe cerca de 50 bilhões de euros em programas de ciência, tecnologia e inovação, com destaque para ofertas internacionais de financiamento para o desenvolvimento da internet do futuro.
É um exemplo de cooperação internacional, e não só de defesa dos polos internos e já estabelecidos de poder e conhecimento. É a semente de uma globalização sustentável, pois tem como suporte a criação e o desenvolvimento de redes de conhecimento. No velho continente, aliás, muito antes de as redes digitais se tornarem a realidade híbrida na qual estamos imersos cotidianamente, Diderot usou o termo “réseaux” para indicar algo que não era da ordem da técnica, mas indício do nosso principal ativo, cujo valor depende sempre de uma articulação entre a matéria e o espírito: o conhecimento.
Contra uma visão instrumental, cartesiana, de um poder derivado do “cogito”, Diderot (e Bruno Latour relendo na contemporaneidade o conceito de “rede”) nos convida a construir e participar de redes vivas, capazes de produzir conhecimento e riqueza novos.
As redes de informação e comunicação pulsam ao nosso redor, abertas à inovação na geração de riqueza, emprego e renda em todos os setores da sociedade. É nessa dimensão que se formam e difundem ondas humanas de inteligência, desenvolvimento e criação. Delas brota conhecimento novo, portanto, novos mercados, valores, produtos, serviços e hábitos, modelos de cultura livre e um empreendedorismo da razão.
O ideal iluminista que, desde o seu alvorecer no velho continente, já atravessou quadras mais ou menos sombrias pode, sob o impulso também luminoso das interfaces digitais, inspirar e movimentar um novo ciclo de desenvolvimento e humanidade.
Na crise, em especial, a sobrevivência de cada indivíduo, empresa ou nação é a cada dia mais dependente da nossa capacidade de acessar, distribuir e criar informação, conhecimento e valor em redes.
Os sistemas nacionais de inovação, as redes globais de cooperação em ciência, tecnologia e cultura, a internet do futuro representam uma plataforma que ganhou densidade no ciclo de acumulação de capital mais recente. Essa vasta e em boa medida nebulosa constelação de ativos e talentos pode ser colocada a serviço da construção de uma sociedade global em redes mais equilibrada, sustentável e inteligente.
Investir recursos públicos e privados no fortalecimento dessa infraestrutura de redes digitais é abrir hoje os novos espaços para criação de renda, identidade e conteúdos locais e globais que integrarão a economia do conhecimento do século 21.

GILSON SCHWARTZ, economista, sociólogo e jornalista, é professor de economia e coordenador do grupo de pesquisa Cidade do Conhecimento, da USP (www.cidade.usp.br), e coordenador no Brasil do consórcio Promoção do Diálogo sobre Tecnologias de Informação e Comunicação entre União Europeia e América Latina – Pro-Ideal (www.pro-ideal.eu/).

GUILHERME ARY PLONSKI, engenheiro, é coordenador científico do Núcleo de Política e Gestão Tecnológica da USP (www.usp.br/pgt) e presidente da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (www.anprotec.org.br).

43 milhões com internet em casa


Reportagem do “Jornal Nacional” da TV Globo destaca o crescimento da população conectada à internet no Brasil, com perspectivas de crescimento apesar da crise econômica.  “O que era um objeto de luxo se transforma em uma necessidade do dia-a-dia . Até o fim de 2009, 50 milhões de brasileiros terão acesso à internet”, informou o telejornal, que entrevistou o coordenador do grupo de pesquisa Cidade do Conhecimento, Gilson Schwartz, na edição do dia 10 de janeiro de 2009, disponível na rede.

“É cada vez mais fácil, é cada vez mais acessível. A questão agora é o que você vai fazer com o computador. Se eu estou desempregado, como faço para usar a internet para achar emprego? Aí é que está a sacada”, afirmou o professor da USP.

Valores que pautam a nova cidadania


Em entrevista ao Nós da Comunicação, o diretor da Cidade do Conhecimento, Gilson Schwartz, ressalta a importância da ética e de uma nova cidadania em todas as instâncias da chamada ‘sociedade do conhecimento’, inclusive no ambiente corporativo.

Arranjos Criativos Locais: Pinheiros


Convite para Formação Local

Convite para Formação Local

O grupo de pesquisa Cidade do Conhecimento integra o Conselho de Agentes Sociais que se organiza em torno de um projeto de “arranjo criativo local” em Pinheiros, em parceria com a Associação Cidade Escola Aprendiz.

A idéia busca o desenvolvimento humano integral, na perspectiva da garantia de direitos fundamentais dos cidadãos, da ampliação do repertório sócio-cultural e do fortalecimento da capacidade associativa e de participação ativa na sociedade, a partir dos potenciais educativos que a região oferece.

Para a criação do Conselho, que considera Pinheiros como a região de atuação da Subprefeitura de Pinheiros, pretende-se reunir aproximadamente 50 membros, e que essas pessoas tenham o potencial de replicar as informações, como agentes multiplicadores. “O objetivo é reunir atores locais para construir um Plano Educativo. Convidamos pessoas estratégicas que possam replicar esses conceitos e garantir uma melhoria na qualidade de vida dos moradores da região”, explica a educadora comunitária do Aprendiz, Roberta Oliveira.

Segundo a proposta, o Conselho será sustentado por coletivos separados por áreas de interesse e encontros quinzenais itinerantes pelas diversas organizações participantes. O rodízio na comissão gestora é outra proposta que deverá ser aplicada nos próximos meses.

Hoje, a gestão é compartilhada pela Associação Cidade Escola Aprendiz, pelo Serviço Social da Indústria – Vila Leopoldina, pela Supervisão de Cultura da Subprefeitura de Pinheiros e pela Cidade do Conhecimento da Universidade São Paulo (USP). Ainda em 2008 será organizado um seminário para ampliar o debate e aprofundar as propostas relativas a modelos de arranjos criativos locais.

Saiba mais sobre a iniciativa no Portal Aprendiz e no wiki do projeto.

Aula Inaugural Agita Blogosfera


A Aula Inaugural do Auditório da Cidade do Conhecimento 2.0 no Second Life, com Jeremiah Spence, criador e editor do International Journal of Internet and Virtual Worlds Research, repercutiu intensamente na blogosfera brasileira, com registros em alguns dos principais portais de notícias em ciência, tecnologia e inovação, como a Agência FAPESP e o portal do programa Globo Universidade.

Após mais de um ano de preparação, o mundo virtual da Cidade do Conhecimento 2.0 no Second Life recebeu mais de 150 participantes ao longo de uma semana e quatro oficinas com Jeremiah Spence.

Vale a pena visitar os sites que deram a notícia para avaliar o impacto digital do evento:

Blog Meta Mídia Digital » Jeremiah Spence

SECOND LIFE
2 citações (dias 5 e 7 Ago 2008)
Site GD – Jornalismo Comunitário
Comentário: positivo/informativo.

Blog Visite São Paulo » Mundos Virtuais: Pesquisa, Desenvolvimento

Agência de Notícias da FAPESP :: Agenda – Fronteiras do Audiovisual nos Mundos

CCC: Blog de Fernanda Castilho (Coimbra / Portugal) – Fronteiras do Audiovisual nos Mundos Virtuais

Mainland Brasil

Blog Cidade do Conhecimento on Technorati

Blog de Cila Schulman

IPSO – Instituto de Pesquisas e Projetos Sociais e Tecnológicos

Rede Globo – Globo Universidade

IG – SECOND LIFE

Blog Zé Vitor Marchi (etnologocineastaeosquilombos)

“Caça-Talentos” é destaque na CBN


O jornalista Gilberto Dimenstein destacou em seu comentário do dia 1 de agosto, na rádio CBN, o projeto “Caça-Talentos”, que propõe a transformação de máquinas caça-níqueis apreendidas pela Receita Federal e Polícia Federal em pontos de difusão de conteúdo cultural, educacional e sócio-ambiental, por meio da reciclagem do hardware, do software e da gestão dos equipamentos.

“Esse é um dos projetos que estão fermentando no programa Gestão de Mídias Audiovisuais para o Desenvolvimento Local – GeMA 2008, tendo em vista a extraordinária acumulação de equipamento apreendido e apodredecendo nos pátios da Receita Federal”, explica o líder do projeto, Gilson Schwartz.

Dimenstein, que lidera o projeto Cidade Escola Aprendiz e integra o Conselho Editorial da Folha de S.Paulo, sublinhou a inventividade da proposta e o potencial de mobilização que ela envolve.

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Gilberto Dimenstein

Crescimento e Sustentabilidade em Debate


Um time de aproximadamente 200 empresários, diretores e gerentes das principais empresas do mercado brasileiro reuniu-se no dia 8 de julho no Auditório Serasa em São Paulo para debater a possibilidade de se conciliar o acelerado crescimento do Brasil à sustentabilidade.

O encontro marcou o “V Evento Coppead em São Paulo”, uma iniciativa de mestrandos do Coppead, a escola de negócios da UFRJ. O objetivo do evento é traçar um amplo panorama do que ocorre no Brasil e outros países emergentes, com destaque para temas como a obtenção do grau de investimento, inflação, estruturas de governança corporativa e desenvolvimento sustentável. E para democratizar o debate, a organização do encontro decidiu aproveitar os recursos das novas mídias digitais e transmitiu o “V Evento Coppead” ao vivo para a comunidade de relacionamentos Second Life com o apoio da Cidade do Conhecimento e do Centro Cultural Bradesco.

Também participou como debatedor Gilson Schwartz, diretor da Cidade do Conhecimento e professor da Escola de Comunicações e Artes Universidade de São Paulo (ECA/USP), ao lado de Eduardo Lessa Brandão, coordenador do Centro de Conhecimento do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), e Celso Funcia Lemme, professor de sustentabilidade do Coppead/UFRJ.

100 Anos de Imigração Japonesa


O centenário da imigração japonesa, comemorado neste ano, será um dos temas de destaque do programa Cidade do Conhecimento, da USP.A mulher será um dos destaques. Seus mitos e ícones, e a estrutura sociopolítica do país oriental do ponto de vista da mulher japonesa serão temas de oficinas.

“A opção brasileira pelo padrão japonês na TV digital e a importância dos mercados asiáticos nas inovações digitais levou a Cidade do Conhecimento a apresentar uma linha de especialização em audiovisual digital japonês contemporâneo, aproveitando também as comemorações do Centenário da Imigração”, afirma Gilson Schwartz, o criador e coordenador do programa e professor do departamento de Cinema, Rádio e TV da USP.

As atividades da incubadora terão início no segundo semestre. Mas a celebração começa em junho, com um curso livre sobre modelagem 3D acerca do centenário da imigração japonesa, que acontecerá entre os dias 8 e 14, em parceria com o Centro Cultural Bradesco no Second Life, o iG, a Kaizen Games, a Metamidiadigital, a SPTuris e a Associação do Centenário.

Conheça o programa de oficinas , cursos e eventos do ciclo “Avatares do Centenário”.

Clipe registra Cidade 1.0


Alguns dos projetos, eventos e momentos da Cidade do Conhecimento 1.0 foram reunidos neste clipe que mostra algumas das iniciativas implementadas entre 2002 e 2004, quando o projeto nascia no Instituto de Estudos Avançados da USP. Educar na Sociedade da Informação, Gestão de Mídias Digitais, SebraeCidade, Forum Social Mundial e Rede Pipa Sabe foram algumas das iniciativas pioneiras na promoção da inclusão digital como forma de mobilização para a produção de conhecimento em redes sociais. Vale conferir as imagens da primeira fase do projeto, quando mais de duas mil lideranças comunitárias, professores e estudantes do ensino médio foram certificados em programas de cultura e extensão. O vídeo está disponível no grupo Cidade do Conhecimento da IPTV Experimental da USP .

GeMA segue para Pró


O programa “Gestão de Mídias Audiovisuais – GeMA”, após aprovação no Conselho do Departamento de Cinema, Rádio e TV e depois pela Comissão de Cultura e Extensão da Escola de Comunicações e Artes – ECA segue agora para a fase final de análise, pela Pró-Reitoria de Cultura e Extensão da USP. Outra boa notícia: o GeMA foi homologado pela ECA para figurar entre os projetos que oferecerão bolsas de graduação no programa “Aprender com Cultura e Extensão”, da Pró de Cultura e Extensão.

É o retorno da Cidade do Conhecimento, após a fase experimental no Instituto de Estudos Avançados, sob uma nova roupagem institucional, ancorada no Departamento de Cinema, Rádio e TV da ECA mas compondo uma tríade com laboratórios e núcleos na Faculdade de Economia e Administração e na Escola Politécnica da USP.

“Trabalhamos intensamente no design desse modelo organizacional ao longo de um período de transição de quase três anos”, explica o vice-líder do grupo de pesquisa Cidade do Conhecimento e professor do Departamento de Engenharia de Produção da POLI, André Leme Fleury. “O conceito de gestão de mídias como um processo de produção colaborativa de conhecimento é hoje tema importante que exige o diálogo entre todas as áreas”, completa.

O GeMA é o primeiro programa da “Cidade do Conhecimento 2.0″, nova etapa do projeto Cidade do Conhecimento anunciada em agosto de 2007, em parceria com iG, Kaizen Games, Bradesco, Agência CLick, R.epense, Garimpo de Soluções e várias outras entidades, com destaque para a Anprotec. “O projeto Cidade é uma forma inovadora de abrir alas para o desenvolvimento local de base tecnológica, com ênfase para o papel das redes digitais na gestão dessas plataformas de relacionamento”, segundo o Prof. Guilherme Ary Plonski, coordenador científico do Núcleo de Política e Gestão Tecnológica, ligado à Pró-Reitoria de Pesquisa da USP.

GeMA, o módulo inicial, propõe-se a atender a jovens empreendedores, lideranças comunitárias, professores do ensino médio, técnicos e empreendedores que atuam no mercado do audiovisual digital. Retoma práticas pedagógicas inovadoras que marcaram os programas da primeira etapa de desenvolvimento da Cidade do Conhecimento, como “Educar para a Sociedade da Informação” (2001-2005) e “Gestão de Mídias Digitais” (2002-2005).

Após a fase de transição (2006-2007), em que o grupo de pesquisa “Cidade do Conhecimento” foi transferido do Instituto de Estudos Avançados para o Departamento de Cinema, Rádio e TV da ECA-USP e se tornou um grupo certificado na Plataforma Lattes pela Pró-Reitoria de Pesquisa da USP, as novas atividades de cultura e extensão organizam-se como uma incubadora de empreendimentos e projetos inovadores com uso intensivo de mídias audiovisuais operadas em rede.

As pré-inscrições para o novo programa da Cidade do Conhecimento estão abertas. As inscrições serão confirmadas apenas depois que estiver concluída a tramitação de documentos, inclusive relativos a Convênios e Parcerias, como um ambiente de inovação nas formas de interação entre universidade, sociedade, Estado e mercado.

As atividades terão início no segundo semestre, após validação junto à Pró-Reitoria de Cultura e Extensão da USP. Novos módulos temáticos serão propostos, em fluxo contínuo, aos Conselhos Departamentais e outras instâncias de ensino, pesquisa e extensão na USP e em outras universidades, do Brasil e do exterior.

Contatos com a Coordenação do GeMA 2008 pelo email gema.cidade@gmail.com

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