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Os participantes poderão optar por propor um novo projeto
ou integrar-se ao desenvolvimento de algum outro em andamento, da
Cidade do Conhecimento ou de outro grupo da USP que trabalhe com
a aplicação educativa das novas mídias
As
atividades se desenvolverão a partir de 4 encontros presenciais
ao longo de dois meses (com a exceção do módulo
Orientação Profissional: Metodologias e Técnicas,
que terá 6 sessões), entremeados pelos debates em
Comunidade Virtual e participação em chats. Nos 5
meses seguintes, os grupos que se formaram trabalharão, à
distância e presencialmente, conforme a agenda que definirem,
para produzirem seu projeto. A Cidade do Conhecimento mediará
orientação do trabalho, agenciando encontros com especialistas,
visitas, treinamento com ferramentas tecnológicas, enfim,
etapas relevantes para a construção de propostas bem
fundamentadas.
O
objetivo é, com o apoio de instituições culturais,
científicas e órgãos governamentais, buscar
a viabilização dos melhores projetos que surgirem
do programa, consolidando a atuação da Cidade como
incubadora de projetos educativos que envolvam a produção
colaborativa de conhecimento com a utilização de tecnologias
da informação e comunicação.
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Inscrições:
abertas até dia 24 de agosto.
Divulgação
dos selecionados: dia 27 de agosto
Confirmação
da Matrícula*: até 1o de setembro
2a
Chamada: dia 3 de setembro
Início
das atividades: dia 5 de setembro
Inscrições,
clique
aqui.
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Para professores da rede particular, a confirmação
se dará mediante envio do comprovante do pagamento
do curso (ou da 1a parcela).
·
Para professores da Rede Pública
a)
Para professores da rede estadual, a confirmação
se dará mediante envio do comprovante do pagamento
do curso (ou da 1a parcela).
b)
Para professores da rede municipal, a confirmação
se dará por envio de e mail ou fax declarando-se ciente
de sua seleção e comprometendo-se a participar.
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| Geração
Digital: acesso e Inclusão |
| O
Congresso SUCESU-SP COMDEX’ 2003 é o principal
evento da América Latina nas áreas de tecnologia
da informação e comunicação, integrando
uma feira de negócios e um congresso técnico.
Em 2003, a expectativa de público é pelo menos
2.500 congressistas, representando cerca de 1.300 empresas,
uma Exposição com mais de 500 Expositores e
110 mil visitantes
Em 2003, a novidade será a realização
de um terceiro evento, o “Geração Digital”,
sob a responsabilidade da Cidade do Conhecimento. Será
um SHOW com 6 horas de duração, oficinas, visitas
monitoradas e exposição de tecnologias para
a inclusão social. |
20
de agosto de 2003
Auditório Elis Regina, Parque Anhembi
14 horas às 20 horas |
Artistas,
especialistas, empresários, representantes do governo
e do terceiro setor participarão do Show da Inclusão
para apresentar o que há de mais importante para ver,
ouvir e pensar sobre experiências inovadoras e tendências
sociais, econômicas e culturais em tecnologias de informação
e comunicação
Não
deixe de se inscrever no Geração Digital:
acesso e Inclusão.
Saiba
mais... |
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| Geração
Digital: acesso e Inclusão - Concurso de Redação |
Alunos
do Ensino Médio podem enviar seu texto para a Cidade
do Conhecimento até o dia 15 de agosto. Os três
melhores trabalhos receberão diversos prêmios,
entre eles um computador IBM. O tema do concurso é
“Redes do Futuro: Inteligência, Ignorância
ou Loucura?”.
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Enviar
seu texto para a Cidade do Conhecimento até o dia 15
de agosto.
Saiba
mais... |
Monografias
O
Educar está inaugurando a seção
Monografias, onde serão publicados trabalhos de destaque
que foram produzidos por alunos de módulos dos anos anteriores.
Queremos divulgar propostas de altíssima qualidade que foram
inspiradas pelo trabalho dos módulos e pelas comunidades
virtuais. O primeiro grupo são frutos do módulo “Ciência
e Tecnologia têm Masculino e Feminino?”, do Educar
2002, coordenado pela Profa. Dra. Regina Festa e pela equipe
do IPT, com a mediação da pesquisadora Neide Mayumi
Osada. Conheçam
e divulguem!
Os Muros da Cidade
Questão:
alguns grupos do “Educar” estão
criando comunidades em paralelo para a sua comunicação
interna – isso deve ser tolerado pela Coordenação
da Cidade do Conhecimento? Em casos de desenvolvimento
de projetos em plataformas de propriedade privada ou fechadas ao
domínio público, os alunos poderão receber
o certificado do Educar?
Está
em debate a construção e a utilização
de espaços públicos. Ao usar um espaço "fora"
da Cidade, sofre o caráter público da comunicação
que ocorre nesse projeto e que faz parte de sua própria natureza.
Sempre
que há necessidade ou propostas de novas ferramentas nos
espaços da Cidade, elas devem ser incorporadas pela gestão
de tecnologia do projeto. Não se trata de reprimir ou controlar,
mas de atender ao compromisso de criar e manter um novo espaço
público. Frente às solicitações, a Cidade
deve buscar atender a estas demandas com rapidez, qualidade e criatividade.
Além
disso, o uso dos espaços da Cidade do Conhecimento
contribui para a pesquisa sobre esses novos modelos, o que portanto
é essencial para um projeto que combina ensino, educação
e pesquisa.
De
outro lado, é verdade que a formação de comunidades
usando outras ferramentas (muitas vezes sem qualquer garantia de
estabilidade ou qualidade no serviço) tem como objetivo a
agilidade da comunicação. É uma tendência
que também precisa ser respeitada, desde que possamos acompanhar
o que está ocorrendo e retornar à comunidade do Educar
as discussões importantes. Isso implica num compromisso explícito
dos participantes do programa, na consciência de que seu processo
de trabalho também é conhecimento relevante para os
demais colegas.
É
razoável imaginar que há "spin-offs" (desdobramentos
e até “desgarramentos”) da rede da Cidade
do Conhecimento em outros grupos e projetos. Mas se a comunidade
demanda mais agilidade ou certas ferramentas que não estão
disponíveis, devemos fazer a nossa lição de
casa, não apenas olhar e concluir que foi assim porque nosso
serviço não ofereceu qualidade. Ou seja, precisamos
desenvolver um projeto em que os benefícios sejam os maiores
possível para o maior número de participantes.
É
semelhante às tradicionais "conversas paralelas"
em sala de aula. São um dado que caracteriza o movimento
(espontâneo) do grupo. Elas precisam ser socializadas com
a classe, pois podem agregar idéias fundamentais ao coletivo.
Portanto,
o desafio é claro: como estimular e pesquisar a vida da rede
sem obrigar todos os participantes a usar uma “camisa-de-força”?
O
critério para definir até onde chegam os “muros”
da Cidade do Conhecimento é o compromisso
com a informação livre e pública. Se N grupos
quiserem construir X grupos no Yahoo ou em qualquer outra ferramenta
privada, nosso compromisso não é reprimi-los mas garantir
que haja uma interface pública. A Cidade investe dinheiro
público para isso. Temos um compromisso ético com
a construção e uso de espaços públicos
e gratuitos (isso significa também sem publicidade e “pop-ups”
indesejáveis).
Estamos num canteiro de obras coletivo, voltado à construção
de uma infra-estrutura pública da melhor qualidade possível.
Claro
que boa parte das atividades ocorre até no bar da esquina
da escola onde trabalham os professores que fazem parte do projeto.
Há conhecimento tácito que jamais será capturado
nem Por nós, nem pelo Yahoo, nem pelo UOL, etc.
Fazer
o máximo pelo bem público e defender a “coisa
pública” não quer dizer proibir o privado, o
individual ou o tácito (foi o engano “coletivista”
que sepultou o socialismo real). Mas se buscamos uma inteligência
coletiva (não coletivista), é preciso construir espaços
públicos.
Certificados
Notícias
da SME: os certificados do Educar na Sociedade da Informação,
2001 e 2002, podem ser encaminhados normalmente para a validação
do GERFUNC, pelo procedimento de rotina.
Solicitamos
a todos que retirem seus certificados na Cidade do Conhecimento
- Av. Prof. Luciano Gualberto, Travessa J, 374, sala 313, Cidade
Universitária, 05508-900, São Paulo, SP
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