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"Rede Pipa Sabe"


Repercussão


Índice:

Rede comunitária

Pipa cai na rede do conhecimento

Projeto estimula produção de conhecimento em comunidades carentes

‘Rede Pipa Sabe’ promoverá conhecimento à população do RN

Praia de Pipa usa saber local para desenvolvimento sustentável

Projeto educativo cria moeda em praia do RN

 


Rede comunitária

USP vai usar web para criar modelo de turismo sustentável no Nordeste

 

João Luiz Rosa, De São Paulo

Jornal Valor Econômico - 29/10/2003
Empresas & Tecnologia

 

"Seu" Francisquinho é uma figura conhecida na Praia de Pipa, um paraíso ecológico situado a 87 quilômetros de Natal, no Rio Grande do Norte.

Artesão renomado, ele já construiu mais de 400 barcos, alguns para gente famosa; como o "Lady Laura", a embarcação que o cantor Roberto Carlos batizou em homenagem à sua própria mãe. Apesar da celebridade, a arte de "seu" Francisquinho corre o risco de morrer. Os pescadores da região não se interessam mais em aprender o ofício. Atraídos pelo crescente potencial turístico, muitos mudaram de
área: agora dirigem bug para turistas nas dunas.

Essa perda de identidade cultural, da qual "seu" Francisquinho é só um exemplo, não é a única questão suscitada pelo sucesso da Praia de Pipa, o ex-reduto de pescadores e surfistas que se firmou, nos últimos anos, como um dos principais pontos turísticos do Nordeste. A atração de grandes massas, do Brasil e de outros países, principalmente da Europa, provocou problemas graves como a prostituição infantil, a ocupação irregular da orla marítima e a exploração predatória do meio ambiente.


"É um contra-senso já que a natureza, que está no centro das atenções, pode ser destruída nos próximos anos", observa o professor Gilson Schwartz, do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (USP). Para combater esses problemas, o instituto vai empregar a tecnologia da informação como base da construção da primeira "cidade do conhecimento" - um centro de aproximação entre universidade e sociedade - fora de São Paulo. É a construção da Rede Pipa Sabe.

De 29 de novembro a 3 de dezembro, equipes da USP e da Universidade Federal do Rio Grande do Norte vão promover uma série de oficinas com a comunidade, que fica no município de Tibau do Sul. Voluntários e profissionais de empresas interessadas podem participar. A inscrição pode ser feita pela web e custa R$ 5 mil, incluindo passagem e estadia. A idéia é organizar projetos que criem oportunidades reais de emprego e renda, mas dentro de um modelo de turismo sustentável. "Será um mutirão que transformará a cidade em escola", resume Schwartz.

Como vai funcionar?

Há cinco meses, os pesquisadores conversam com a comunidade para detectar necessidades e propor soluções. Tome-se, novamente, o caso do "seu" Francisquinho. Em conversa com donos de pousadas, eles descobriram que há turistas interessados em tomar aulas de carpintaria naval. Esta pode ser a saída para preservar a cultura regional, dar emprego e, ao mesmo tempo, aumentar a receita das pousadas, que poderiam oferecer pacotes com as aulas incluídas.


Para medir o potencial dos negócios, a rede contará com uma moeda complementar durante a semana de abertura. Trata-se do Garatuí, nome de um rio da região.

Donos de estabelecimentos vão distribuir um "vaucher" a clientes e à população em geral, que só poderá usá-lo na compra de bens culturais, como uma oficina de artesanato ou de cozinha regional.


A iniciativa também envolve a criação de um telecentro, onde a população terá acesso a computadores com internet para continuar a manter o intercâmbio com pesquisadores, empresários etc.

Informações em www.cidade.usp.br/pipa


 

 

 

Pipa cai na rede do conhecimento

Isaac Ribeiro - Repórter
Jornal Tribuna do Norte/Natal - 12/11/2003

 

Indíce

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Nova moeda, novos valores
Projetos Estratégicos
Repercussão
Rogério Vital / 2002
A praia da Pipa, no município de Tibau do Sul, será o primeiro lugar do Brasil, fora do estado de São Paulo, a colocar em prática as ações do projeto acadêmico Cidade do Conhecimento, criado e coordenado pela Universidade de São Paulo (USP) há três anos e que busca difundir o saber entre vários segmentos da sociedade brasileira, de forma democrática, usando para isso novas tecnologias de informação, em especial a internet.
PARAÍSO DO SABER - 'A Rede Pipa Sabe' inicia seus trabalhos no próximo dia 29

A Rede Pipa Sabe, como foi batizado o projeto, inicia seus trabalhos no próximo dia 29, quando equipes da USP, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte e representantes da iniciativa privada e da própria comunidade promoverão uma série de oficinas nas mais diversas várias áreas. Cada um dividirá com outros o conhecimento que possui sobre determinado assunto.

Segundo o professor Gilson Schwartz, do Instituto de Estudos Avançados da USP, diretor acadêmico da Cidade do Conhecimento, a idéia é criar um grande mutirão em parceria com entidades educacionais, órgãos turísticos, organizações não-governamentais e empresas, com o objetivo de difundir o conhecimento entre os cidadãos e, principalmente, entre os futuros cidadãos.

"A idéia é que, a partir da cultura e do conhecimento, a comunidade da Pipa crie novas formas de desenvolvimento sustentável, além de desenvolver novos produtos e serviços na área de turismo", diz Schwartz.

Ensino e tecnologia

Serão realizadas oficinas de carpintaria naval, renda em bilro, culinária nordestina, pesca sustentável, planejamento educacional, fotografia, ikebana, pintura em camisetas, literatura de cordel, surfe ambiental, capoeira, facheada, percussão, reciclagem de lixo, idiomas, jornalismo comunitário entre outras.

A coordenação das oficinas na Pipa está a cargo do escultor e roteirista Eddy Polo, que vem recebendo inscrições dos moradores de Pipa na Galeria Café Cultura (84-246 2070). O local também é o centro de logística da Rede Pipa Sabe, segundo o próprio Gilson Schwartz, que indica a galeria aos que desejarem informações ou até mesmo se integrarem ao projeto.

Além de Eddy Polo e da Galeria Arte Cultura, o professor da USP diz contar com o apoio de outros parceiros locais, como o Book Shop, pousadas e restaurante s. Outros parceiros do projeto, até agora, são a Caixa Econômica Federal (que entrou com R$ 15 mil), a USP (disponibilizando R$ 20 mil), a Previdência Social (que doou computadores), o Ministério das Comunicações (que instalará uma antena para internet banda larga na Pipa) e a UFRN.

Ações

O primeiro passo da Rede Pipa Sabe, segundo Gilson Schwartz, é a instalação da antena que proporcionará acesso rápido à internet - um teleponto público. Com esse equipamento será possível promover a integração de crianças das escolas da Pipa com o resto do País. O coordenador da Cidade do Conhecimento, pretende colocar os alunos da Pipa em conexão direta com os alunos de Vicente de Carvalho, em Santos (SP), onde o presidente Lula morou ao vir do Nordeste. "Qual é a vivência de uma criança que mora na orla de São Paulo para a de uma que vive na orla do Rio Grande do Norte? O resultado desse diálogo vira conteúdo, vira cultura na nossa rede", exemplifica Schwartz.

Outra ação é reformar e equipar o BookShop (espécie de sebo de livros internacionais e ciber café), cadastrando e munindo todo o seu acervo. "O lugar já é uma instituição da Pipa além de ponto de encontro internacional". Uma mostra de cinema também está entre as realizações futuras da Rede Pipa Sabe, que, inclusive, exibirá produções locais.

"Não estamos querendo reinventar a roda, pois a cultura e o conhecimento já existem. Num sentido metafórico, é uma rede que estamos lançando e não existe pescador individualista na hora de puxar a rede", diz o professor paulista. "Só estamos mobilizando de uma forma inusitada. É um novo conceito de mudança social, que não é de cima para baixo, nem do sudeste para o nordeste. Se obtivermos sucesso, estaremos qualificando o Brasil na ponta do uso dessas tecnologias em favor do conhecimento e totalmente voltado para a comunidade", completa.

Banefícios

E que tipo de melhorias a Rede Pipa Sabe pode trazer para quem vive naquela praia - que de paraíso ecológico conhecido por poucos se transformou em um dos destinos turísticos mais badalados do Brasil? Gilson dá exemplos. "O governo tenta impedir o avanço da prostituição infantil distribuindo panfletos entre turistas no aeroporto de Natal, diminuindo assim a demanda. Mas e a oferta? O que essas meninas que se oferecem têm pra fazer?", questiona. "O sujeito que está dirigindo um buggy sabe o que sobre meio ambiente?"

Internet rápida e gratuita para a comunidade



Todos querem mostrar o que sabem, diz coordenador

Divulgação
Gilson Schwartz

Segundo Eddy Polo, coordenador local da Rede Pipa Sabe, a comunidade já está completamente envolvida pelo projeto da USP. "A reação já começou. Todos querem mostrar o que sabem. Existe uma perspectiva grande, principalmente das escolas", confirma Eddy. "É um resgate de cidadania."

Há três anos, Eddy Polo desenvolve trabalhos sócio-culturais na Pipa. "Houve uma identificação entre o projeto e ele, principalmente pela valorização que ele dá à cultura", comenta Gilson Schwartz.

O coordenador das oficinas adianta algumas das personalidades locais que estarão à frente das oficinas; verdadeiros personagens do saber. Ele cita Antônio Pequeno, poeta, escritor e dono do curral de pesca da Pipa, uma espécie de conselheiro da comunidade; Seu Francisquinho , dono de um estaleiro e que já fabricou mais de 400 barcos de grande porte, entre eles o Lady Laura, de Roberto Carlos.

Tem ainda Mistér, deficiente físico reconhecido como um dos mais ágeis pescadores da Pipa; e também João Peixinho que conhece todos os mistérios da chamada pesca de laje, bem como das rotas de polvos, crustáceos, mariscos.

Reitor diz que é avanço na luta contra a exclusão social

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte é uma das parceiras da Rede Pipa Sabe, através de sua secretaria de Educação à Distância. Em uma de suas vindas a Natal, o professor Gilson Schwartz se reuniu com o reitor Ivonildo Rego e acertou os detalhes da parceria.

"Conheço o projeto e considero uma iniciativa extremamente importante para os que trabalham contra a exclusão digital", considera o reitor, enfatizando ainda que a internet é um importante veículo para levar informação aos recantos mais distantes.

"Esse projeto vai disponibilizar uma gama de oportunidades para setores que lutam para a inclusão social via novas tecnologias", diz Ivonildo Rego, adiantando que a professora Vera Amaral, pró-reitora de Educação á Distância, que estará em contato maior com a Rede Pipa Sabe.



Rede Pipa Sabe. Visite o site http://www.cidade.usp.br/pipa.
Inscrições para as oficinas: (84) 246 2070 (com Eddy Polo).



 

 



Projeto estimula produção de conhecimento em comunidades carentes

Alvaro Bufarah
Agência Brasil - ABr - 18/11/2003

     São Paulo, 18/11/2003 (Agência Brasil - ABr) - Um grande mutirão envolvendo acadêmicos, sociedade civil, órgãos públicos e empresários transformará a pequena praia de Pipa, a 80 quilômetros ao sul de Natal, na primeira "cidade do conhecimento" (um centro de aproximação entre universidade e sociedade) fora de São Paulo. Os participantes dividirão entre si seus conhecimentos em uma série de oficinas promovidas pela Universidade de São Paulo (USP) em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

“Nossa primeira ação será em Pipa, uma praia muito bonita, mas com sérios problemas sócio-econômicos”, explica o professor Gilson Schwartz, diretor acadêmico da Cidade do Conhecimento da USP. Mas o objetivo, segundo ele, é criar uma rede de comunidades na internet para troca de informação e experiências.

Há três anos, a Cidade do Conhecimento, ligada ao Instituto de Estudos Avançadas (IEA), também da USP, usa a internet para envolver a população em projetos sociais, econômicos e educacionais. A primeira comunidade a se conectar com Pipa será a favela onde o presidente Lula viveu, em Santos (SP), quando se mudou com a família para São Paulo.

"Os alunos da escola pública da favela e os jovens de Pipa poderão trocar uma série de informações sobre todos os assuntos que acharem importantes em um ambiente onde os acadêmicos servem como mediadores", diz Schwartz. Um dos objetivos do projeto, segundo ele, é diminuir o desequilíbrio entre a grande quantidade de pessoas que não tem acesso à rede mundial de computadores e uma parcela privilegiada da população que está conectada.

O projeto "Pipa Sabe" será desenvolvido em dois momentos. No primeiro, haverá a instalação de telecentros com acesso gratuito à internet em parceria com os ministérios da Comunicação e da Educação. No segundo, a comunidade será incentivada a produzir conhecimento. "Devemos abandonar o conceito de que só se produz conhecimento nas universidades”, diz Schwartz. “Um bom exemplo disso é a comunidade de Pipa, onde encontramos muita sabedoria sobre o dia a dia em pessoas simples”.

Mais informações podem ser encontradas no site www.cidade.usp.br/pipa/




‘Rede Pipa Sabe’ promoverá conhecimento à população do RN

Redação
IDG Now! - 19/11/2003



A partir do dia 29/11, a praia da Pipa, no município de Tibau do Sul, no Rio Grande do Norte, será o primeiro lugar do Brasil, fora do Estado de São Paulo, a colocar em prática as ações do projeto acadêmico Cidade do Conhecimento, criado e coordenado pela Universidade de São Paulo (USP) há três anos com a finalidade de promover uma aproximação entre universidade e sociedade, por meio da difusão do conhecimento, usando para isso novas tecnologias de informação, co
mo a internet.

Batizado de “Rede Pipa Sabe”, o projeto envolve acadêmicos, sociedade civil, órgãos públicos e empresários que promoverão uma série de oficinas, promovidas pela Universidade de São Paulo (USP), em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), nas mais diversas áreas para comunidades carentes da região.

A iniciativa consiste ainda na criação de um telecentro, onde a população terá acesso à web, de maneira a manter um intercâmbio com os participantes do projeto.

Há três anos, a Cidade do Conhecimento, ligada ao Instituto de Pesquisas Avançadas (Ipa), também da USP, usa a internet para envolver a população em projetos sociais, econômicos e educacionais. A primeira comunidade a se conectar com a Rede Pipa será a favela onde o presidente Lula viveu, em Santos (SP), quando da sua chegada a São Paulo.

A idéia é organizar projetos que criem oportunidades reais de emprego e renda, mas dentro de um modelo de turismo sustentável.

A Caixa Econômica Federal (que entrou com R$ 15 mil), a USP (disponibilizando R$ 20 mil), a Previdência Social (que doou computadores) e o Ministério das Comunicações (que instalará uma antena para a utilização de internet de banda larga na Pipa), assim como a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), participam da iniciativa que visa promover a inclusão social no Estado.

Voluntários e profissionais de empresas interessadas em participar da iniciativa poderão obter mais informações por meio do site do projeto.

[ Agência Brasil e Redação ]


Site relacionado:
· www.cidade.usp.br/pipa


 

 

Praia de Pipa usa saber local para desenvolvimento sustentável

Redação
Agência Carta Maior! - 26/11/2003

A Praia de Pipa (RN), paraíso ecológico com 4.000 habitantes, vive uma contradição. Ao mesmo tempo em que há ali uma concentração de grandes talentos, como escultores, construtores de barco e cozinheiras especializadas na culinária potiguar, o turismo predatório toma conta da região. A conseqüência, além de desastres ambientais e a degradação do vilarejo, é que a população acaba não sendo beneficiada com a grande presença de turistas.
Para modificar esse quadro e propiciar, por meio da inclusão digital, um processo sustentável de inclusão social, foi criada a Rede Pipa Sabe. A rede pretende transformar o conhecimento dos próprios habitantes da região em valor. “Esse projeto só faz sentido porque parte da realidade local, porque tem os moradores e trabalhadores da Praia de Pipa participando de sua formulação”, explica Gilson Schwartz, diretor acadêmico da Cidade do Conhecimento, projeto do Instituto de Estudos Avançados da USP que idealizou a rede.

Entre os dias 28 de novembro e 3 de dezembro, a Rede Pipa Sabe promove uma primeira rodada de oficinas para os turistas e realiza laboratórios de planejamento estratégico com a população. O conteúdo sendo disponibilizado via internet e um telecentro será instalado no local pelo Ministério das Comunicações e Dataprev.

Uma das inovações da rede é o chave o Garatuí, uma “moeda do conhecimento” que circulará na região como meio de pagamento para atividades educativas e culturais e também como reserva de valor. Para Schwartz, a moeda evidenciará quais oficinas, quais saberes, têm realmente “lastro no Real”. “Os indicadores econômicos do Garatuí como moeda serão os próprios indicadores de sucesso da Rede Pipa Sabe, pois refletirão a sua eficácia econômica e financeira”, afirma.

O modelo será monitorado pelo Banco Central do Brasil e pelos Ministérios do Turismo, das Relações Exteriores, da Educação, das Comunicações, do Planejamento, da Cultura e da Previdência Social.

 

 



INCLUSÃO

Ação é de programa da USP

Projeto Projeto educativo cria moeda em praia do RN

Redação
Folha de São Paulo - (*) - 28/11/2003

O IEA (Instituto de Estudos Avançados) da USP (Universidade de São Paulo) lançará hoje uma série de laboratórios e oficinas educativas e culturais para moradores e turistas da praia de Pipa, em Tibau do Sul (RN), numa ação inédita do programa Cidade do Conhecimento.

A iniciativa visa criar uma rede em que os 4.000 habitantes participem diretamente do desenvolvimento sustentável da região - que é uma espécie de paraíso ecológico-, oferecendo atividades não-predatórias aos visitantes (que evitem a degradação do vilarejo e desastres ambientais) e ajudando na inclusão social da população -com a instalação de um telecentro, por exemplo- e na difusão das experiências locais.
O projeto tem como um dos principais elementos a criação de uma moeda, chamada de garatuí (R$ 1 é igual a G$ 1), que deve ser usada para a participação nas oficinas (de teatro, informática, saúde, culinária, navegação e pesca, entre outras) e no comércio.

A moeda (de papel) foi distribuída a moradores e está sendo usada por hotéis e restaurantes como instrumento de troca. Cada cédula foi numerada. A intenção é, no futuro, identificar aonde ela foi parar -e saber as atividades que despertaram mais interesse. O modelo é monitorado no Banco Central e tem a participação de vários órgãos governamentais. Entre os parceiros também estão a Universidade Federal do Rio Grande do Norte e a prefeitura.
A primeira série de oficinas vai até o dia 3. A Cidade do Conhecimento tem como diretor acadêmico o economista Gilson Schwartz, colunista da Folha.


(*)OBS.: para ver a reportagem no site da Folha é necessário ser assinante.

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